Na quarta-feira (28/5), será realizado o “II Seminário de Direitos Indígenas: memória, verdade e reparação” voltado para promover a conscientização e a luta por direitos dos povos indígenas. O evento será às 17h no auditório da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), região central de Belo Horizonte.   

O Seminário é uma realização do Coletivo de Estudantes Indígenas da UFMG (Colei) e do Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF6), em parceria com o Conselho Indigenista Missionário (CIMI), Mídia Indígena e a Universidade. O evento também busca sensibilizar a comunidade acadêmica, jurídica e a sociedade em geral quanto aos direitos humanos, fortalecendo o debate sobre memória, verdade, justiça e reparação.   

A programação contará com mesas de debate sobre diversas questões envolvendo as lutas e reivindicações dos povos indígenas na sociedade. A abertura será feita pelo estudante de enfermagem e membro do Colei, Douglas Xakriabá. 

A primeira mesa, intitulada “Enfrentando desafios: Justiça para os Povos Indígenas”, será conduzida pela estudante de Direito e vice-coordenadora do Colei, Anaíne Anikualo, do povo Pankararu. Logo após, o professor da Faculdade de Direito da UFMG, Emilio Peluso Neder Meyer, irá falar sobre o tema da justiça de transição dos povos originários. 

Na terceira mesa, o desembargador do TRF6 e professor da faculdade de Direito da PUC Minas, Álvaro Ricardo de Souza Cruz, irá ministrar a palestra “Relatório Figueiredo e o Genocídio Indígena”.  

O evento se encerra com a palestra intitulada “Não há transição sem ancestralidade”, ministrada pela coordenadora do Departamento Jurídico da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), Maíra Pankararu, advogada do povo Pankararu. 

Para os estudantes interessados, a UFMG irá expedir certificado para reconhecimento como atividade complementar (ACG) mediante a inscrição no site Sympla. 

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